O Estado de Santa Catarina abre mão de 38,1% da arrecadação ao deixar de cobrar impostos de mega empresários, a média nacional é de 22,8%. Se as isenções fiscais em Santa Catarina estivessem na média nacional, a receita teria mais R$ 12,5 bilhões, isso quer dizer mais R$ 3,1 bi para saúde, mais R$ 3,1 bi para a educação, mais R$ 3,1 bi para os municípios catarinenses e a ampliação de R$ 3,2 bi para os orçamentos dos demais poderes estaduais.

Os dados pertencem ao estudo “Radiografia das Contas Públicas de Santa Catarina” realizado pelos economistas Maurício Mulinari e Vicente Loeblein Heinen a pedido do Fórum Catarinense de Defesa do Serviço Público.
O levantamento foi lançado em parceria com a Frente Parlamentar de Defesa do Serviço Público da @assembleiasc na última terça, dia 14 de julho, na Alesc. A diretoria do Sintram/SJ prestigiou a atividade

De acordo com a avaliação de sindicalistas do setor público que fazem parte do Fórum Catarinense, “os dados da Radiografia mostram como o governo Jorginho Mello e outros antes dele, destinam o dinheiro que deveria estar sendo investido em escolas, hospitais, moradia e demais serviços públicos, para beneficiar, principalmente, o agronegócio, à indústria e o setor de importações”.
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